sábado, 1 de junho de 2013


 A IMPORTÂNCIA DESTA PRÁTICA EDUCATIVA EM SUA REALIDADE COTIDIANA

A escola é o lugar por excelência de socialização, um espaço imprescindível de vivência e aprendizagens para crianças e jovens com limitações. A vivência no coletivo escolar constitui-se uma rede real de suporte para os casos de inclusão, com a participação total ou parcial do coletivo, na escola, é que se podem efetivar as mudanças necessárias na apropriação e uso do espaço, organização do tempo e na formação de um contexto de desenvolvimento adequado para os alunos de inclusão.
A inclusão de pessoas com alguma forma de impedimento de natureza biológica necessita de uma pedagogia que se oriente para criar vários caminhos possíveis de ensino, a fim de que as aprendizagens deles decorrentes levem cada pessoa a um processo amplo de formação humana.
Quando pensamos em inclusão, é importante pensar na inclusão do ser humano todo, em todas as situações. Portanto, não é só inclusão na sala de aula. Inclusão é participação na vida da escola, nas apresentações, nas atividades cotidianas mais simples e corriqueiras. Para tanto, é necessário o valer-se de todas as formas humanas da comunicação.
O trabalho com a diversidade, causa certa dificuldade para os professores, pois, eles não receberam formação para trabalhar com estes alunos ou tem pouca ou nenhuma informação sobre os processos de aprendizagens e desenvolvimento desta clientela.
Os alunos de inclusão precisam enfrentar a descrença em relação as suas capacidades uma vez que muitas entenderam a falta de algo com incapacidade generalizada. Assim, ampliando seu desenvolvimento, através de uma prática educativa satisfatória, possibilita a estes jovens e crianças com limitações, a adquirirem maiores condições de ação no meio, de adaptação e capacidades.

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